segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Comentários

Esse texto está falando que os cangaceiros são pobres rurais que são tratados como individuos marginalizados para eles o privilégio e passar a perna nos grandes proprietários . A sobrevivência e a violência é uma estrategia para defesa do grupo ou do bando e uma forma ilegal . Eles tiveram um grande papel nas disputas do poder nordestino na república velha !

Postado por : Gabriela Rodrigues
Fonte: Gabriela Rodrigues

Cangaços.

Contudo, é necessário salientar que não se pretende aqui investir numa discussão sobre a heroicidade ou a vilania dos cangaceiros. A posição adotada se refere ao banditismo social, trabalhado por Eric Hobsbawm em Bandidos (1975). Segundo o autor, o banditismo social se trataria de

“uma forma de rebelião individual ou minoritária nas sociedades camponesas. (...) O ponto básico a respeito dos bandidos sociais é que são proscritos rurais, encarados como criminosos pelo senhor e pelo Estado, mas que continuam a fazer parte da sociedade camponesa, e são considerados por sua gente como heróis, como campeões, vingadores, paladinos da Justiça, talvez até como líderes da libertação e, sempre, como homens a serem admirados, ajudados e sustentados.”

Desta forma, os cangaceiros serão tratados como indivíduos marginalizados, originários, de um modo geral, das classes pobres rurais, oprimidos por um sistema econômico e político que privilegia os grandes proprietários e expropria o pequeno produtor. O apelo à criminalidade e à ilegalidade é, neste caso, uma forma de garantir a sobrevivência e a violência é uma estratégia de defesa do bando.

Neste sentido, é possível perceber a ambigüidade do fenômeno do cangaço, manifestada claramente no imaginário popular acerca destes grupos: ao mesmo tempo em que são apresentados como facínoras perversos, são mostrados como dotados de grande generosidade para com os pobres, realizando atos de caridade para os mais humildes e protegendo-os contra os desmandos dos poderosos.

Diante disto, o presente artigo tentará examinar o cangaço sob um ponto de vista que leve em consideração estas ambigüidades, conflitos e alianças que marcaram a história destes bandos, entendendo-os como atores históricos que tiveram um importante papel nos arranjos políticos e nas disputas de poder do Nordeste da República Velha.

Postado por: Gabriela Rodrigues

Fonte:

Canudos.

Canudos: foi uma comunidade que se localizava na região de vaza barris que tinha um chamado Antônio Conselheiro (líder religioso) que sua população era formada por camponeses ( mão de obra dos fazendeiros) , pequenos comerciantes que a atividade era agricultura , comércio de madeiras , criação de animais , a base era religiosa que a crença religiosa levava a uma crença politica : Monarquia X república . O messianismo era a salvação e o reino de Deus .
A monarquia :
- Rei = teoria dos direitos divino dos reis.
- Monopólio do saber : igreja
-Casamento :religioso
-Cemitério: na igreja

A república :

- Sociedade
- Ensino Laico = pessoa comum
- o casamento era no civil
- o cemitério era público ou particulares

Os opositores de canudos:
fazendeiros = estão perdendo mão de obra , a igreja perdendo fiéis e os republicanos sobrevivesse os ideias da monarquia .

Postado por: Gabriela Rodrigues
Fonte : Gabriela Rodrigues

domingo, 14 de novembro de 2010

Brasil da primeira república

Revolta da vacina!
Vacinação obrigatória !


Postado por: Gabriela Rodrigues
Fonte :google


quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Cangaços !
Cangaço foi um fenômeno ocorrido no nordeste brasileiro de meados do século XIX ao início do século XX . O cangaço tem suas origens em questões sociais e fundiárias do Nordeste brasileiro, caracterizando-se por ações violentas de grupos ou indivíduos isolados: assaltavam fazendas, sequestravam coronéis (grandes fazendeiros) e saqueavam comboios e armazéns. Não tinham moradia fixa: viviam perambulando pelo sertão , praticando tais crimes, fugindo e se escondendo.

Fonte: google
Postado por: Mariaht Fernanda


O início do período republicado da História do Brasil foi marcado por vários conflitos e revoltas populares. O Rio de Janeiro não escapou desta situação. No ano de 1904, estourou um movimento de caráter popular na cidade do Rio de Janeiro. O motivo que desencadeou a revolta foi a campanha de vacinação obrigatória, imposta pelo governo federal, contra a varíola.

Situação do Rio de Janeiro no início do século XX

A situação do Rio de Janeiro, no início do século XX, era precária. A população sofria com a falta de um sistema eficiente de saneamento básico . Este fato desencadeava constantes epidemias, entre elas, febre amarela , peste bubonica e varíola. A população de baixa renda, que morava em habitações precárias, era a principal vítima deste contexto.

Preocupado com esta situação, o então presidente Rodrigues Alves colocou em prática um projeto de saneamento básico e reurbanização do centro da cidade. O médico e sanitarista Oswaldo Cruz foi designado pelo presidente para ser o chefe do Departamento Nacional de Saúde Pública, com o objetivo de melhorar as condições sanitárias da cidade.

Campanha de Vacinação Obrigatória

A campanha de vacinação obrigatória é colocada em prática em novembro de 1904. Embora seu objetivo fosse positivo, ela foi aplicada de forma autoritária e violenta. Em alguns casos, os agentes sanitários invadiam as casas e vacinavam as pessoas à força, provocando revolta nas pessoas. Essa recusa em ser vacinado acontecia, pois grande parte das pessoas não conhecia o que era uma vacina e tinham medo de seus efeitos.

Revolta popular

A revolta popular aumentava a cada dia, impulsionada também pela crise econômica (desemprego, inflação e alto custo de vida) e a reforma urbana que retirou a população pobre do centro da cidade, derrubando vários cortiços e outros tipos de habitações mais simples.

As manifestações populares e conflitos espalham-se pelas ruas da capital brasileira. Populares destroem bondes, apedrejam prédios públicos e espalham a desordem pela cidade. Em 16 de novembro de 1904, o presidente Rodrigues Alves revoga a lei da vacinação obrigatória, colocando nas ruas o exército, a marinha e a polícia para acabar com os tumultos. Em poucos dias a cidade voltava a calma e a ordem.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Candidata “imposta” por Lula, Dilma decola nas pesquisas, mas precisa provar experiência

Embora não tenha sido a primeira opção do PT para disputar a Presidência, a ex-ministra da Casa Civil Dilma Rousseff tem avançado nas pesquisas eleitorais, saltando de 18% para 37% das intenções de voto em seis meses. No entanto, especialistas ouvidos pelo R7 afirmam que a petista terá de superar sua falta de carisma e inexperiência eleitoral se quiser se descolar do adversário do PSDB, José Serra.

Não é novidade que a indicação da mineira, ratificada durante a convenção do PT, neste domingo (13), em Brasília (DF), foi “imposta” ao partido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se viu desfalcado de opções diante do escândalo do mensalão, em 2005. À época, os paulistas José Dirceu e Antonio Palocci, então ministros da Casa Civil e da Fazenda, eram apontados como as escolhas mais prováveis para suceder o presidente.

Afastados da briga, nomes de outros Estados ganharam força, mas ainda assim Dilma não era a primeira opção, como aponta a cientista política Helcimara Souza Telles, da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

- A crise do mensalão enfraqueceu o PT paulista, mas fez com que diretórios da sigla ganhassem força em Minas Gerais e Rio Grande do Sul. O partido tinha outros nomes à frente, como o dos ex-ministros Tarso Genro [da Justiça] e Patrus Ananinas [Desenvolvimento Social e Combate à Fome] para indicar.

fonte : r7 noticías

comentário : o texto fala sobre o avanço que dilma teve nas eleições e também que fez um avanço para vários lugares.

postado por : Mariaht Fernanda
O que é democracia ?
Democracia é um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos , direta ou indiretamente, por meio de representantes eleitos forma mais usual. Uma democracia pode existir num sistema presidencialista ou parlamentarista , republicano ou monárquio .
fonte: google

comentário : o texto está explicando o que é democracia, dizendo que o poder está com as pessoas pessoas e não só com o governo, e que pode ser de várias maneiras : presidencialista, parlamentarista, republicano ou monárquio. A nossa monarquia do Brasil, na verdade não só no Brasil, de vários lugares é presidencialista, o voto é secreto , não tem descriminação e qualquer um pode votar, desde que tenha titulo de eleitos e as eleições são bem mais avançadas do que antigamente .
postado por : Mariaht Fernanda

Comentário (:

Com o tempo há cada vez mais avanços políticos , o caso de Dilma e Marina é um exemplo , antigamente , a mulher era como um objeto , não tinha direito a nada , hoje em dia , a mulher já pode ser presidente !!

Por : Nina Cordeiro

Avanço Político !

É um avanço ter Dilma e Marina na disputa à presidência, diz Erundina

Por: Ricardo Negrão, Rede Brasil Atual

Publicado em 08/03/2010, 19:34

Última atualização às 19:59


São Paulo - A ex-prefeita de São Paulo e hoje deputada federal (PSB) Luiza Erundina participou de um debate na manhã desta segunda-feira (8) sobre os 100 anos do Dia Internacional da Mulher, promovido pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.

Após o encontro, a deputada falou à Rede Brasil Atual sobre o atual cenário políticobrasileiro, que poderá colocar duas mulheres na disputa pela Presidência da República, as pré-candidatas Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV). Para ela, nunca houve mulheres com esses perfis e com condições de disputar realmente o cargo. "É um avanço ter duas mulheres com esse perfil, com essa origem de esquerda e com os compromissos que evidentemente ligam essas mulheres. É um enorme avanço. Nunca na disputa pelo poder maior deste pais houve mulheres com esse porte", destaca."Nossos avanços se dão à base de muita luta. Tem preconceito e muita má vontade. Porque os homens em geral, com honrosas exceções, têm muito medo de que as mulheres assumam o poder. Eles se sentem ameaçados. Tem toda uma cultura nas relações com o poder, que torna difícil o homem se sentir seguro. [O homem] Não percebe que é possivel somar com as mulheres."Erundina, que foi prefeita de São Paulo de 1989 a 1992, também ressaltou o pequeno número de mulheres no Congresso (cerca de 9%) e no Senado (pouco mais de 10%). E disse que esse quadro só mudará com muita luta, pois os homens têm "medo" de mulheres no poder
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Por : Nina Cordeiro !